Miguel Carqueija por ele mesmo:
Sou carioca, nascido em 1948 (mas ainda não sou da geração viva mais velha da FCB, notem bem) e sempre morei no Rio, bancário desde 1982 e escritor desde algum ano não mais definível, sei que já escrevia nos anos 60 mas não publicava e não guardei os textos, ainda muito incipientes. Pela ficção científica literária interesso-me desde 1964 pelo menos, antes já assistia filmes do gênero.
Comecei a publicar em jornais e revistas e depois em fanzines na década de 80,. estreei em livro (numa antologia poética, naquele tempo eu fazia poesias) em 1985 mas depois engrenei da FC e apareci nas duas edições de “Verde verde”, uma antologia amadora que o fandom do Rio de Janeiro editou com recursos próprios em fins da década de 80.
Meus livros individuais surgiram a partir de 1991, ao todo até agora, oito edições amadoras, duas virtuais e uma profissional (Farei meu destino, romance editado em 2008 pela Giz Editorial); além de ter publicado em diversas antologias e em revistas como Perry Rodhan. Livros recentes foram “O fantasma do apito” ainda disponível pela Scarium e os dois virtuais, “A face oculta da Galáxia” pela Casa da Cultura e “As portas do magma” (em co-autoria com Jorge Luiz Calife) pela revista eletronica da Scarium. Um dos meus contos, “O tesouro de Dona Mirtes”, foi filmado em curta-metragem no ano de 2004.
Sou casado e tenho uma enteada adolescente, a Melanie, que recentemente me ajudou a escrever um romance de fantasia ainda inédito.
Atualmente considero-me autor dos diversos gêneros afins, ficção científica, fantasia, terror e mistério.